Novidades sobre o uso de medicamentos em fábricas de ração

Estabelecimentos fabricantes têm até o dia 7 de julho de 2017 para se adequar e aderir à certificação

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) publicou a Instrução Normativa n°14 que institui uma série de procedimentos para a fabricação, comercialização e o uso de rações animais que contenham medicamentos e que sejam utilizadas em animais destinados à alimentação humana.

A Cargill Nutrição Animal tem a expertise e todas as ferramentas disponíveis para orientar seus clientes na adequação a essa nova Instrução. “Para as cooperativas e integradoras, a empresa pode dar o suporte para inserção nas categorias 1 e 2. Já no caso dos produtores locais, pode auxiliá-los a se adequar à categoria 3”, afirma Vivian Silva, Gerente de Produto e Medicamentos da Cargill Nutrição Animal.

Os estabelecimentos fabricantes têm até o dia 7 de julho de 2017 para se adequar e aderir à certificação em uma das três categorias especificadas. A adequação garante ter um coeficiente de mistura adequado, com boa miscibilidade dos medicamentos, além de haver segurança no controle de resíduos de medicamentos veterinários nas fábricas produtoras de ração.

Outro benefício importante é a praticidade e a simplificação nos processos produtivos fabris para os clientes que se adequarem às categorias 2 e 3, uma vez que não haverá necessidade de manipular medicamentos nas fábricas. Tais medicamentos virão dentro do premix, núcleo ou concentrado. Além disso, o processo para obtenção da certificação, nesse caso, é mais fácil.

As penalidades para quem não se adequar são diversas, vão desde advertência e multa, passando por cassação do registro do produto junto ao órgão competente e proibição de fabricação até interdição total ou parcial do estabelecimento. “Tendo isso em vista, orientamos todos os estabelecimentos a regularizarem sua situação até a data final estipulada pela normativa, evitando possíveis problemas futuros”, assegura.

As fiscalizações referentes ao cumprimento da legislação serão realizadas por meio de denúncia ou por rastreabilidade obtida durante a fiscalização nas fábricas de nutrição e de medicamentos veterinários, que estão habilitadas e comercializam aos estabelecimentos que estão ilegais.

“A visão integrada e experiência da Cargill são um diferencial que auxilia o produtor em todas as suas demandas. Essa normativa é um instrumento para incremento de produtividade e temos conhecimento avançado para dar suporte aos nossos clientes”, finaliza.

Sobre a Cargill

A Cargill produz e comercializa internacionalmente produtos e serviços alimentícios, agrícolas, financeiros e industriais. Em parceria com produtores, clientes, governos e comunidades, e por meio de 150 anos de experiência, ajuda a sociedade a prosperar. Possui 150 mil funcionários em 70 países que estão comprometidos em alimentar o mundo de forma responsável, reduzindo impactos ambientais e melhorando as comunidades onde vivem e trabalham. No Brasil desde 1965, é uma das maiores indústrias de alimentos do País. Com sede em São Paulo (SP), a empresa está presente em 17 Estados brasileiros por meio de unidades industriais e escritórios em 191 municípios e mais de 10 mil funcionários. Para mais informações, visite www.cargill.com e a central de notícias.

Sobre a Nutron

A Nutron, marca de nutrição animal da Cargill no Brasil, é especialista e líder em soluções inovadoras de produção animal por meio de desenvolvimento de núcleos, premixes e especialidades para os segmentos de aves, suínos, peixes, pets, bovinos de leite e de corte e suplementos para criação de gado a pasto. Há 21 anos no País, a marca sempre atuou próximo do produtor para atender sua demanda com conveniência, qualidade e segurança contribuindo com a prosperidade nos negócios de cada cliente. A companhia também promove ações socioambientais nas comunidades onde está inserida, pois considera ser seu dever atuar de maneira responsável para o desenvolvimento e crescimento sustentável de toda a cadeia produtiva do agronegócio. www.nutron.com.br

Fonte: SEGS

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