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Ração Úmida é tendência na dieta de cães e gatos

É uma ótima fonte de nutrientes, ideal para preservar a saúde dos pets. Com cordeiro, salmão, peru e versões como picadinhos de carne e risoto de frango, possui boa palatabilidade e contém cerca de 85% de umidade
20/07/2015 10h50
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Diferentemente da ração seca, que contém aproximadamente 10% de água, a úmida tem entre 80% e 85%
Confundida com petiscos, as rações úmidas, a maioria acondicionada em latinhas ou sachês e utilizadas recorrentemente nos Estados Unidos e na Europa, vem invadindo as prateleiras dos pet shops brasileiros. “Nunca tivemos tantas opções com tipos diversos de proteínas, como cordeiro, pato, fígado, peru, atum, salmão, entre outras receitas mais elaboradas, como risoto de frango, carne com vegetais, frango com maçã, galinha caipira.
Diferentemente da ração seca, que contém aproximadamente 10% de água, a úmida tem entre 80% e 85%”, esclarece o veterinário e nutrólogo Eduardo Braghirolli, da Petz/Pet Center Marginal, maior rede de pet shops, centros veterinários e de estética do país.
As versões úmidas são uma ótima opção de alimentação, bastante adequadas à própria fisiologia dos animais, já que as caças antes da domesticação também eram úmidas. Em relação às calorias, são as mesmas das secas, porém é como se estivessem diluídas. Outra vantagem: também estão disponíveis em versões Premium e Super Premium, ambas com qualidade nos ingredientes.
Um dos aspectos que pode diferenciar uma da outra é a palatabilidade, principalmente naquela com maior quantidade de água. Segundo o especialista, ambas rações são eficazes pois proporcionam uma dieta completa e balanceada, essencial à saúde de cães e gatos. “Trata-se então de uma opção do veterinário, da condição do animal e da praticidade que o dono busca”, opina o veterinário.
Em geral, as rações úmidas atualmente são mais usadas principalmente em cães debilitados, com dificuldades para se alimentar e problemas de apetite, mas são indicadas para cães e gatos em qualquer faixa etária. “Uma opção, em casos de animais debilitados ou com apetite seletivo, é amornar as latas do alimento em banho-maria, ação que faz o odor ficar mais intenso, o que estimula o animal a comer. Tomando cuidado para não aquecer demais”, ressalta.
A versão úmida também é uma opção para animais idosos, com problemas dentários. “Ela facilita a ingestão, embora os animais não mastiguem, apenas mordam para quebrar o alimento. Em alguns casos, a dieta úmida pode ser recomendada pelo veterinário para evitar até sangramentos gengivais”, explica Braghirolli.
http://www.defatoonline.com.br/noticias/ultimas/20-07-2015/racao-umida-e-tendencia-na-dieta-de-caes-e-gatos

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