A nova pecuária de corte

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A pecuária de corte nos dia de hoje já é um atividade sofisticada, tecnologicamente, inovadora.

Nos dias de hoje já não se cria gado como antigamente. grandes produtos já fazem uso de tecnologia avançada, melhoramento genético, nutrição e pastagem qualificada.

Alimentação de qualidade, uso de tecnologias, controle da alimentação, zelo pelo índice de natalidade e diminuir o índice de mortalidade são alguns dos fatores de sucesso da pecuária de corte.

A atividade pode ser considerada lucrativa de forma não generalizada. Pode-se estimar lucro liquido de R$ 600 a R$ 900 por cabeça ao final de um ciclo de cria bem elaborado com auxilio tecnológico e nutrição avançada.

A produção de ração animal pode ser a chave para o sucesso. o maior lucro está na produção pastual (com pastagem), então acredito na priorização da pastagem qualificada. assim minimizando a dependência de nutrientes, e maximizando o lucro liquido final da produção.

Com ferramentas da administração pode-se gerenciar custos, os minimizando. projetando o custo de produção do animal desde do nascimento até o seu abate.

Com gestão avançada pode-se ter total controle de custos e isso é fundamental para o sucesso neste segmento. o maior contratempo da pecuária lucrativa é o custo, em muitos casos desnecessários.

A pecuária generalizada só não é mais lucrativa pelos custos desnecessários. E pela falta de projeção. Normalmente a produção é feita com base em lucro estimado irreal já que não nunca é projeto os custos para todas as etapas da produção de forma técnica. gerando transtorno e prejuízo pela falta de gerenciamento de custos.

Junto a pecuária pode-se produzir peixe. uma atividade industrial em pleno desenvolvimento que tem lucro estimado de 80% sobre o custo de produção. Imagina-se produzir 10 tonelada de peixe ao ano.

A atividade da piscicultura é mais lucrativa que a pecuária em muitos casos, e deve-se investir nela também com atividade complementar.

Não se pode esquecer dos ciclos de sanidade animal, “animal saudável se converte em lucro maior”, a saúde animal é a maior prioridade do método “qualidade total “ na pecuária de corte e é importantíssima para produção sustentável.

A chave para o sucesso está na gestão inovadora com auxilio de ferramentas tecnologias e sofisticadas para a produção e engorda.

Segundo o levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), encomendado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a pecuária desenvolvida no Pará e vizinhos amazônicos é mais rentável que a de São Paulo, girando em torno de 9% a 14% frente aos 3% a 5% de São Paulo.

Podendo-se maximizar a 35% o lucro da produção com recursos tecnológicos. Tem-se muitos métodos inovadores que são capazes de gerar tal proeza. Conheça o boi 777, o mas funcional sistema de engorda acelerada.

Boi 777: método tem lucro 30% maior

Os pecuaristas que têm adotado o Boi 777 estão com resultados satisfatórios. O método permite reduzir quase metade do tempo da produção de gado, com o mesmo ganho de arroba.

Segundo a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), desenvolvedora do sistema, o manejo de pasto e suplementação correta são as chaves do sucesso do Boi 777, que proporciona lucro 30% maior que os outros métodos de produção. O gado pode passar de 4 arrobas por hectare/ano para 20 arrobas hectare/ano.

O Boi 777 é uma definição de metas produtivas com um fundo econômico claro. É baseado em fazer um bezerro de 7 arrobas, colocar 7 arrobas na recria e 7 arrobas na terminação. Muitas pessoas trabalham nesse sistema com um número maior ou menor de animais, mas para o perfeito equilíbrio, o total de sete animais é o ideal. Além de trazer um reflexão de que todas as fases são importantes.

A essência do Boi 777

O produtor precisa olhar para a propriedade dele e definir metas a serem alcançadas. No geral, nas propriedades, os resultados são medidos quando contabilizados e nunca são buscados em si. Mas quando se tem uma meta a ser produzida, que precisa de trabalho focado para conquistá-la, proporciona melhora garantida no empenho da pecuária.

As primeiras sete arrobas são as mais importantes?

O potencial do animal é descoberto nessa primeira fase, até os oito meses. Para isso, a utilização do creep-feeding auxilia bastante.

A engorda pode ser feita a pasto?

Sim. O sistema (pasto ou confinamento) não irá interferir na engorda das 7 arrobas por fase. O que realmente será fator determinante é a alimentação mais os suplementos.

A qualidade da carne é a mesma?

Com certeza. A produção acelerada não afeta em nada a qualidade da carne. Pelo contrário, a carne tem maciez, mais sabor e cor diferenciada. Essas características se devem ao abate precoce aos 24 meses.

Nutrição

Qual o papel da virginiamicina no sistema?

O Boi 777 tem como atalho a virginiamicina para o resultado esperado pelo produtor. Das 21 arrobas do Boi 777, garante mais de duas. Já existem muitos trabalhos que mostram que 1/2 arroba na fase de cria é garantida via esse suplemento. Na fase de recria 1.2 arrobas e na fase de terminação, mais 1.4 arrobas. Somando 2.1 arrobas, ou seja, 10% a mais de resultado garantido.

Na terminação, existe alguma demanda específica?

Um bovino saudável consome em média 10 quilos de ração por dia. O ideal é que seja composto por uma dieta de 85% de concentrado e 15% de volumoso.

Qual o papel do sal proteinado?

Potencializar a engorda na seca, período mais crítico na nutrição do gado. Se aliado a ureia, os resultados são ainda mais satisfatórios.

Quais suplementos são essenciais?

O zinco, potássio e fósforo devem estar diariamente na rotina alimentar desses animais no Boi 777.

Custos

Os custos de produção são maiores que o sistema tradicional, porém o retorno financeiro é, conseqüentemente mais rentável. Não é necessário nada além do método tradicional. Mas o empenho na alimentação e suplementação fazem o Boi 777 ser mais custoso. E mesmo assim, a lucratividade continua sendo vantajosa para os produtores que já implementaram na propriedade.

 Conheça 6 fatores que garantem o sucesso da pecuária de corte

1 – Alimentação de qualidade

Bons pastos e boa suplementação constituem a base do manejo nutricional do rebanho. Neste sentido, uma das maiores preocupações dos criadores de gado de corte é balancear os nutrientes necessários ao organismo animal para que alcancem sua máxima produtividade. Não distantes das preocupações dos pecuaristas estão:

A preocupação em controlar doenças;

Melhorar a qualidade da carcaça a partir dos cruzamentos industriais de raças europeias;
Dispensar atenção especial à reprodução do rebanho.

2- Uso de tecnologias

Percebe-se que atualmente as propriedades vêm inovando seu padrão de produção de carne, introduzindo conceitos e novas tecnologias, com o intuito de fortificarem a produção e tornar visível seu negócio.

3- Fazer o correto controle da alimentação

Gerenciar bem este manejo significa não apenas alimentar bem o gado, mas aumentar a rentabilidade do empreendimento. Melhorar a gestão da alimentação é uma forma de tornar a pecuária de corte uma atividade altamente competitiva.

Para que essas medidas ocorram com eficiência, proporcionando uma melhora contínua do produto brasileiro, é necessário um esforço contínuo de todos os segmentos que têm influência direta no desempenho do desfrute do rebanho, ou seja, no volume de gado abatido e a quantidade total de animais no rebanho.

4- Zelar pelo índice de natalidade

Folz apud Corrêa et. al (2009) afirma que “a natalidade de um rebanho é o índice obtido pela divisão da quantidade de bezerros produzidos por ano pelo total de fêmeas adultas deste rebanho”.

Na prática, isso condiz com o valor de avaliação da eficiência reprodutiva do rebanho e, em última instância, da capacidade de produção de um empreendimento. Além disso, pressupõe-se que o objetivo de todo o sistema de cria deve ser alcançar um índice de natalidade acima de 80%, em média, tolerando 75% em anos desfavoráveis. Tudo isso considerando a influência de fatores que fogem ao controle da propriedade, tais como ocorrência de secas, queimadas, ataque de pragas, entre outros.

5- Diminuir o índice de mortalidade

Quanto ao índice de mortalidade, seu cálculo é feito dividindo-se o número de animais mortos, não aproveitados, pelo número total de animais do rebanho, podendo ser admitido um índice de mortalidade de bezerros abaixo de 5% ao ano.

6- Visar o abate precoce

A idade de abate depende primordialmente da eficiência nas fases de recria e engorda dos animais, influenciadas pela oferta de alimentos, pelo manejo, pelo controle sanitário do rebanho e pela qualidade genética dos animais.

Por tudo isso, é necessário que o gerenciamento seja enfático e muito bem estabelecido, com capacidade para administrar essas e outras inovações, além de possuir todo o conhecimento necessário em manejo de gado e formação de pastagens. Disso dependerá o sucesso do empreendimento e da produtividade do gado, apresentando bons resultados em todos os aspectos da pecuária de corte.

Pode-se concluir que a pecuária é uma atividade lucrativa e segura. e que ao fazer uso de metodos sofisticados e tecnologia avançada o produtor pode diminuir draticamente o custo de produção ao mesmo tempo acelerando o processos até o abate.

Fonte: Administradores

 

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