Samaria Rações investe R$ 15 milhões e aumenta produção em 50%

Empresa do Grupo Samaria, adquirida em março de 2019 pelo seu controlador, engenheiro e multi empresário jaguaribano Cristiano Maia, a Samaria Rações, maior fabricante cearense de rações animais, instalada e em operação no Distrito Industrial III de Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza, remou, durante todo o ano pandêmico de 2020, contra a maré do pessimismo.

Quando todos postergavam ou, simplesmente, cancelavam investimentos, a Samaria Rações investia R$ 15 milhões em novos equipamentos e, principalmente, na inovação tecnológica, aumentando em 50% a sua produção, o que foi possível pela automatização de processos, pelo desenvolvimento de pesquisas nutricionais e pela fabricação de novos produtos.

De março do ano passado para cá, a Samaria passou a produzir 7.500 toneladas mensais de rações para camarões, peixes, aves e equinos, 50% a mais do que em 2019.

Para este ano de 2021, os planos de Cristiano Maia para a Samaria Rações são ainda mais ousados.

Eles preveem o investimento de mais R$ 25 milhões em ampliações, silagens, novas linhas de produtos e incremento de sua capacidade produtiva, que saltará para 10 mil toneladas até o próximo novembro, “tudo de modo sustentável”, como faz questão de afirmar Cristiano Maia.

Mas não só em máquinas e equipamentos a Samaria investiu.

Ela ampliou, também, o seu quadro de técnicos em nutrição animal e, também, o da área comercial, para atender a demanda que só faz crescer.

O Grupo Samaria atua na construção e manutenção de rodovias, na construção civil, na agropecuária e na carcinicultura (é o maior produtor de camarões do país) e na criação de cavalos.

RESPONDA!

Quando começará a vacinação anti Covid? No dia 19, no dia 20 ou no dia 30? E quem vacinará primeiro? Bolsonaro ou Dória?

PECUARIA LEITEIRA

De um executivo da indústria cimenteira cearense, diante da notícia de que pecuaristas nordestinos poderão substituir a soja e o milho, cujos preços mundiais foram para a estratosfera, pela palma e a mandioca forrageiras, mais baratas, na alimentação do gado leiteiro:

“A quantidade de soja e milho usada na pecuária é tão grande, que não haverá palma nem mandioca que possa alimentar esses rebanhos”.

CHUVAS

No próximo dia 20, quarta-feira, o presidente da Funceme, engenheiro Sávio Martins, anunciará a previsão sobre a temporada de chuvas deste ano no Ceará.

E o fará com inovação: pela primeira vez, o público acompanhará, pelo Canal da Funceme no YouTube e pela TV Ceará, toda a exposição técnica de Martins.

Parece que teremos um inverno na média histórica, o que já é boa notícia.

MUDANÇA

Por causa da eleição do novo presidente da Câmara dos Deputados, e para acomodar os interesses dos partidos que apoiam Bolsonaro no Parlamento, mudará o atual e competente comando do Dnit no Ceará.

Também mudará um dos diretores da Compania Docas do Ceará.

Os dois organismos integram a estrutura do Ministério da Infraestrutura, liderado por um dos mais dinâmicos ministros de Bolsonaro, o engenheiro Tarcísio Freitas, que certamente vigiará de perto os que forem indicados.

ARCO METROPOLITANO

Para que não haja dúvida:

O projeto do Arco Metropolitano, rodovia que ligará a BR-116, em Pacajus, ao Porto do Pecém, será apresentado ao público muito proximamente.

Sobre o assunto, o secretário de Infraestrutura do Governo do Estado, Lúcio Gomes, confirma:

Por meio de concessão, via licitação, ele será tocado pela  iniciativa privada, o já levanta controvérsias.
Sem cruzamentos que serão eliminados por viadutos, o Arco Metropoliano terá, porém, pista singela e pavimento em asfalto para decepção dos que o pretendiam rígido, de concreto.

EXPORTAÇÃO

Filiadas ao Sindicato das Indústrias de Alimentação e Rações Balanceadas do Ceará, as empresas Alimempro, Suprema Caju, Celeiro Alimentos Integrais, Coopeagro e Casa dos Ingredientes designaram seus executivos para participar do curso Comércio Exterior como Estratégia de Negócios.

Promovido pelo Centro Internacional de Negócios da Fiec e pelo Sebrae, o curso, que se prolongará até o próximo dia 21, tem o objetivo de auxiliar micro e pequenas empresas que desejam expandir seus negócios por meio da exportação.

O presidente do Sindialimentos, André Siqueira, está feliz com o curso e elogia o apoio da Fiec à iniciativa, que “nos permite estruturar modelos de negócios de exportação com o estudo de um mercado mais personalizado para as nossas empresas associadas”.

SUDENE

Com o objetivo de apurar os impactos socioeconômicos causados pela pandemia da Covid-19 na economia da região nordestina, a Sudene iniciará uma pesquisa nos 11 estados que integram a sua área de atuação, que inclui também o Norte do Espírito Santo e o Norte de Minas.

Neste mês de janeiro e no próximo fevereiro, a Sudene coletará dados sobre a situação atual dos diferentes setores produtivos do Nordeste e as consequências sociais causadas pela pandemia.

Os resultados da pesquisa orientarão a Sudene a entender as novas perspectivas, as noivas demandas e os novos desafios do Nordeste e de suas empresas industriais, agropecuárias e de serviços.

A Sudene espera que, no próximo mês de abril, os resultados da pesquisa estarão concluídos e serão divulgados.
No ano passado, no auge da crise pandêmica, a Sudene ajudou o Ministério do Desenvolvimento Regional a criar o FNE Emergencial, que, administrados pelo BNB, colocou R$ 3 bilhões à disposição de micro e pequenos empreendedores nordestinos.

PANDEMIA

Manaus está um caos por causa da pandemia da Covid-19.

Mas como poderia ser diferente, se o governo do Estado do Amazonas, no ano passado, permitiu que uma famosa loja de vinhos da cidade vencesse – como venceu – uma suspeitíssima licitação para a compra de respiradores artificiais, que se mostraram defeituosos?

Esta coluna já disse e o repete agora: a classe política brasileira, com as poucas e conhecidas exceções que confirmam a regra, é lamentável, precária, irresponsável (as reformas administrativa e tributária ainda não foram votadas pelo Congresso), razão pela qual é difícil, muito difícil consertar (moralmente também) o país.

Fonte: Diário do Nordeste

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